Roteiro em Kefalonia, Grécia – Parte II

Continuando nosso roteiro pela linda ilha de Kefalonia, na Grécia, vamos ao 3º dia nesse lugar inesquecível!

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3º dia – Passeio de carro pela ilha

No dia anterior percorremos a ilha de sul ao norte, reconhecendo estradas, “sentindo” a ilha, conhecendo a capital Argostoli e visitando a linda Fiskardo. Em nosso segundo dia com carro alugado, fizemos de leste a oeste, conhecendo os principais lugares que deram fama à Kefalonia.

Seguimos novamente em direção à Argostoli, pois de lá é que saem estradas para vários lugares da ilha. Há uma rotatória e tem uma placa indicando a direção da vila de Sami, e era para lá que iríamos.

Nosso caminho agora não seria mais contornando a ilha, olhando o mar, mas atravessando a ilha pelo meio dela.

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Nossa primeira parada foi na famosa Drogarati Cave, a uns 5km antes de Sami, na vila de Haliotata. Abaixo, a rota que fizemos no Google Maps (siga rumo à Sami e no caminho há placas indicativas para chegar à Drogarati Cave).

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Considerada uma das melhores e mais lindas cavernas da Grécia, a Drogarati Cave, ou Cave of Drogarati (Caverna de Drogarati) tem cerca de 100 milhões de anos. Foi descoberta há 300 anos, quando um grande terremoto fez uma parte dela desabar e deixou a sua entrada à mostra (que é a mesma entrada atual).

Entrada! A foto não ficou muito boa, estava bem escuro e eu não queria usar flash (era proibido).
Entrada! A foto não ficou muito boa, estava bem escuro e eu não queria usar flash (era proibido).

O que faz essa caverna tão especial são as formações de calcário em seu interior, seu grande “salão” e sua acústica fantástica. São muitas estalactites e estalagmites (aula de geografia mode on! Haha), um grande “vão” no meio dela (“the great hall”, com 900m², o maior de todas as cavernas da Grécia) e um friozinho de cerca de 18º, com humidade de 90%.

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Especialistas afirmam que a caverna é bem maior do que a cavidade a que temos acesso, ela tem túneis de extensão a outras cavernas, mas são inacessíveis. Era usada somente pela comunidade Haliotata, mas a partir de 1963 foi aberta ao público durante o ano todo.

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O grande espaço no meio dela é chamado de Hall of the Apotheosis”, e nele acontecem vários concertos todos os anos, recebendo inclusive artistas internacionais (por isso a caverna também é conhecida como “Concert Cave”). É “decorado” com estalactites e estalagmites e tem até uma espécie de palco e camarotes. A caverna é toda iluminada e realmente foi moldada para receber as pessoas de uma forma bem peculiar (tem capacidade para cerca de 500 pessoas).

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Imaginem que máximo ir assistir a um concerto dentro de uma caverna de 100 milhões de anos?

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The great Hall
The great Hall

A caverna está a 60m abaixo do solo, e o acesso a ela é através de escadas (aproximadamente uns 100 degraus, meio inclinados). Muito cuidado ao descer e subir, além do chão poder estar um pouco molhado, você pode sentir um pouco de falta de ar. Lá a placa de recomendação avisa para ir devagar.

⇒ Dica 1: Evite chinelas, pois toda a caverna é bem úmida e escorregadia.
Vá de tênis
ou algum sapato antiderrapante. Leve água com você.
Cuidado com as crianças!!

Existe uma taxa de conservação para entrar de 5 euros, e a Drogarati Cave está aberta para visitação todos os dias, das 8 da manhã às 8 da noite durante o verão (maio a outubro). Nos meses de inverno não é certeza estar aberta. Tem estacionamento gratuito, banheiros gratuitos e uma lojinha para comprar bebidas e alguns snacks. Atração imperdível em Kefalonia, é incrível como a natureza nos surpreende!

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◊ Curiosidade 1: Alguns dizem que a caverna foi utilizada por italianos para estocar munição e se esconder dos alemães durante a 2ª Guerra Mundial.

Continuamos nosso passeio em direção à Sami, de onde iríamos para a próxima atração, essa mais que esperada: Melissani Lake!

ROTA 2 DIA 3

Também chamada de Melissani Cave, esse local é um dos responsáveis pela fama da ilha de Kefalonia. Localizada a 3km de Sami, pertinho da vila Karavomilos, é o lugar onde “a luz do sol ilumina Hades”.

Surreal de linda!
Surreal de linda!

O passeio pelo Melissani Lake é feito de barco. Você entra por um túnel subterrâneo e vai até a margem do lago, onde ficam os barcos. O passeio é guiado e, se der sorte, o seu guia vai cantar e contar algumas curiosidades da caverna e do lago!

Túnel de entrada. Desculpem novamente a foto, tinha muita gente atrás e não dava para parar, tirei andando, rsrsrs.
Túnel de entrada. Desculpem novamente a foto, tinha muita gente atrás e não dava para parar, tirei andando, rsrsrs.

O passeio pelo Melissani Lake é feito de barco. Você entra por um túnel subterrâneo e vai até a margem do lago, onde ficam os barcos. O passeio é guiado e, se der sorte, o seu guia vai cantar e contar algumas curiosidades da caverna e do lago!

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Doida para pegar logo o barco!!
Doida para pegar logo o barco!!

A Caverna Melissani é uma caverna que, também por conta de um terremoto, teve uma parte do seu teto desabado, deixando a luz entrar e iluminando o lindo Lago Melissani, de água azul vibrante e transparente. Tem o formato de um “B”, com duas cavidades – uma abaixo do teto aberto, onde entra luz, e a outra em uma parte escura da caverna. Uma pequena ilha divide o lago em dois espaços.

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♣ Curisiodade 2: Na mitologia grega, cavernas são frequentemente associadas ao divino, e muitas cerimônias religiosas eram realizadas nelas. Vários artefatos antigos foram encontrados em Melissani. Antigamente, essa caverna abrigava um santuário ao deus Pan, deus dos rebanhos. Ilustrações, pratos e lâmpadas foram encontrados na ilhota (essas peças podem ser encontradas no museu de Argostoli), datadas dos séculos IV e III a.C..  Além da imagem do deus Pan, os objetos também possuíam imagens de ninfas, por isso essa caverna também é conhecida por “Cave of Nymphs” (caverna das ninfas). Há uma lenda que conta que uma das ninfas, Melissanthi, se apaixonou pelo deus Pan. Por não ter seu amor correspondido, a ninfa se suicidou, atirando-se do alto em direção ao lago (daí o nome Melissani Lake). Algumas estalactites dentro da caverna lembram golfinhos, que dizem ser seus mensageiros congelados. Meio triste essa história, né?

Cor da água em uma parte não tão iluminada.
Cor da água em uma parte não tão iluminada.

O lago tem aproximadamente 13m de profundidade e sua água, cristalina e azul turquesa com 10º de temperatura, é especial: é uma mistura de água doce com água salgada do mar. Lembram-se do fenômeno Katavothres que eu expliquei no post anterior? É de um canal subterrâneo que começa do outro lado da ilha que a água salgada chega ao Melissani Lake, mistura-se com a água doce dele, continua seu percurso subterrâneo e desemboca no mar, que é a 500m dali (fenômeno único no mundo!).

⇒ Dica 2: A melhor hora para visitar a Melissani Lake é por volta das 12h,
pois nesse horário o sol está bem em cima da cavidade e a luz ilumina
todo o lago, deixando-o com um tom de azul ainda mais bonito!

Parte iluminada do lago! Fomos por volta do meio dia.
Parte mais iluminada do lago! Fomos por volta do meio dia.

Parte totalmente iluminada. Que azul é esse Brasêeel?

A passagem de uma cavidade para outra, onde fica a ilhota, é beem estreita e não dá para remar. Colocaram umas cordas na rocha e os guias atravessam o barco puxando-as. Nesse momento você passa bem próximo da ilhota.

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Não é permitido entrar na água, e o passeio de barco custa 7 euros. Na saída há uma lojinha para comprar souvenirs, snacks e bebidas. No local há estacionamento gratuito.

⇒ Dica 3: Existem empresas de turismo que fazem o passeio Drogarati + Melissani, mas, como você pode ver, dá para fazer por conta própria se tiver alugado um
carro (e sai bem mais barato, além das inúmeras vantagens que já falei
sobre alugar um carro na ilha). Não dá para fazer esses passeios de ônibus.

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Após visitar esses dois lugares lindos e imperdíveis em Kefalonia, iniciamos o caminho de volta para o outro lado da ilha. Nossa próxima parada era a praia mais famosa da ilha: Myrtos Beach.

Voltamos pelo mesmo caminho da ida e, em determinado momento, seguimos a placa em direção à Divarata, vila mais próxima com acesso à Myrtos. Chegando nos arredores de Divarata, há placas indicativas para acesso a uma das praias mais paradisíacas da ilha.

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Na estrada que dá acesso à praia. Ela é assim quase o tempo todo, beirando um precipício! #meda

Já do alto dá para perceber o porquê da fama!!

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E a estrada é em zig zag também! Você visualiza a praia de vários ãngulos.

Ficamos completamente encantados com essa praia! Não é à toa que é considerada uma das mais bonitas da Grécia e a mais bonita de Kefalonia, sendo citada em qualquer guia ou publicação sobre a ilha.

Chegando mais perto...
Chegando mais perto…

De pedrinhas bem branquinhas, é uma praia de águas profundas e com ondas, com vários tons de azul-surreal. O formato dela é semicircular, rodeada por falésias. O cenário é de tirar o fôlego!!

Simplesmente espetacular!
Simplesmente espetacular!

◊ Curiosidade 4: o mar de Myrtos tem “duas faces”. Se o dia não tiver vento, a água é transparente e azul clara. Se tiver, há uma variação enorme de tons! O dia que fomos estava ventando, deu para perceber, né!? 😀

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Como falei, é uma praia de ondas e o mar é profundo, por isso não é aconselhável nadar além dos limites marcados no mar (e é exatamente essa profundidade que dá a cor linda da água). Quando as ondas estão fortes, o pessoal de lá levanta uma bandeira vermelha na praia, para alertar os turistas. Antes de entrar na água, além de observar as ondas, obviamente, veja se há uma bandeira vermelha pelos arredores.

O mar estava tranquilo! Ondas leves.
O mar estava tranquilo! Ondas leves.

◊ Curiosidade 5: Mergulhe no mar e ouça o famoso “som de Myrtos”. A corrente move as pedrinhas brancas do fundo do mar, fazendo com que uma bata na outra e provoque esse som. Isso também faz com que, com o atrito, elas percam a cor, soltando um “pó” na água, o que a faz parecer “leitosa” em alguns momentos!

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A Myrtos Beach é enooorme, então, mesmo lotada, você conseguirá um cantinho para chamar de seu. Lá há estacionamento, banheiros, duchas, guarda-sol para alugar e um bar. Foi a praia mais gostosa que conhecemos em Kefalonia e, apesar das ondas, o banho é espetacular!

O amado quase não sai! Boora amor, tem mais praia pra conhecer :D
O amado quase não sai! Boora amor, tem mais praia pra conhecer 😀

E mais uma vez alertando sobre as ondas, li em um site essa frase e não esqueci mais: “One last precaution: if you like playing with the waves, be careful because they are always ready to play with you!”. Cuidado, hein?

Com muito pesar nos despedimos de Myrtos e seguimos para conhecer o lado oeste da ilha. Ainda na saga pela praia das pedras, eu estava esperançosa com um dos palpites que tinha recebido. Alguém do hotel tinha falado que a praia que eu queria parecia ser em “Zola” e eu olhei no mapa e, por sorte, esse tal lugar era caminho do meu trajeto original para aquele dia. Essa região é muito mal sinalizada em relação às praias, e eu não fazia ideia de que praia seria. Talvez até uma sem nome, simplesmente uma parada entre as milhares da ilha.

Bem, para resumir, nos enfiamos em umas estradinhas que havia por ali, seguindo a única placa de sinalização de praia. Chegamos a uma bifurcação e a sinalização para duas praias diferentes, ambas descendo um morro, mas o acesso era tão tenso de carro que preferimos deixá-lo em um local seguro e ir andando. Uma das opções era uma praia agradável, mas nada de incomum. Mas a outra foi um achado! Um antigo restaurante abandonado, águas cristalinas, algumas pedras e nós! ❤ Lugar lindo e paradisíaco, pena que deixamos as coisas no carro e não pude registrar o local. Ainda não era a minha praia das pedras, mas com certeza amamos ter ficado um tempo por ali.

De volta ao nosso roteiro, chegamos à Petani Beach, uma praia absolutamente incrível em Paliki. Estacionamos o carro e fomos explorá-la.

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Alguns passos e… Não acredito!! Era a minha praia de pedras!!

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Geeente… Nem estava acreditanto que tinha encontrado a praia da foto! E eu já havia colocado no roteiro, só não sabia, haha!

Minhas pedras!! <3
Minhas pedras!! ❤

Emoções à parte, a praia de Petani é maravilhosa. Tranquila e longe do tumulto das outras praias, por ser em uma região mais afastada do “centro” de Kefalonia e não tão famosa, essa praia tem pedrinhas (um pouco de areia, mas ainda com bastante pedrinhas) e águas em tons de azul claro e vibrantes, bem parecida com Myrtos. A paisagem se torna ainda mais paradisíaca com as rochas espalhadas pela água, principalmente do lado esquerdo (olhando para o mar) e as falésias ao redor (mais um ponto parecido com Myrtos).

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Praticamente igual à falésia de Myrtos!!
Praticamente igual à falésia de Myrtos!!

As águas também são profundas e a praia tem ondas. Achei menores que as de Myrtos, mas parece que em certas épocas elas ficam enormes! Muito cuidado, pois como ela é cheia de pedras, fica bem perigoso. Quando fomos, por volta das 16h, o mar estava calminho, ondinhas suaves, quase imperceptíveis. Gratidão!

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 Dica 4: Cuidado com os ouriços do mar!! Essa praia tem bastante deles,
inclusive nas rochas, mais um motivo para você andar com aquele
sapatinho próprio para a água que falei nos posts de Zakynthos.

Essa praia tem banheiros, dá para alugar cadeiras e guarda-sol. Existem dois restaurantes por lá, então é uma ótima opção se quiser passar o dia por ali!

Sorriso da criança, de orelha a orelha!!
Sorriso da criança, de orelha a orelha!!

Uma opção de hospedagem maravilhosa nesse lugar, e que foi através dela que fiquei sabendo dessa praia, é o Petani Bay Hotel. Quando estava pesquisando hotéis em Kefalonia dei uma olhada nesse e fiquei encantada! Se tiver mais dias para ficar na ilha, com certeza vale a pena. Não ficamos nele porque precisávamos otimizar o tempo, e Petani é afastada da maior parte dos lugares para se conhecer.

Abaixo, a rota que fizemos até então:

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De Melissani voltamos para Sami, e de lá pegamso a estrada para Myrtos.

Seguimos contornando a ilha. Nossa próxima parada seria o Monastery of Kipoureon, um monastério construído no topo de uma rocha a 90m acima do mar. A vista do local, para o mar jônico e toda a costa da ilha, parecia ser deslumbrante por fotos. Li que se poderia ver um pôr do sol incrível dali.

O nome do monastério que dizer “monastério dos jardins”, pois os monges que ali viviam cultivavam vários jardins para viver. Hoje em dia só vive um monge lá, que recebe os visitantes diariamente. Dedicado à Santa Cruz e à Anunciação da Virgem Maria, há uma coleção de relíquias do tempo bizantino dentro do monastério. Infelizmente quando fomos, creio que por conta do horário (mais de 17h), estava fechado.

Continuamos e paramos em um mirante no meio do caminho, para apreciar a ilha do alto, naquela região, e quem sabe ver o sol de pôr. Não demos muita sorte também, pois o céu estava nublado, então nada de pôr do sol 😦 Mas tudo bem, o dia já tinha sido incrível, e o local, mesmo sem sol, tinha uma paisagem lindíssima.

Kefalonia

Continuando, minha intenção inicial era ir mais ao sul e conhecer a Xi Beach, uma praia de areia vermelha, também famosa em Kefalonia. Mas por conta do horário, achamos melhor voltar para Svoronata, pois não sabíamos as condições da estrada e da iluminação naquela região.

E o dia estava acabando...
E o dia estava acabando…

Fomos direto então para Lixouri, a última parada do dia. Rota inicial:

ROTA 5 DIA 3

Rota que fizemos por conta do horário:

ROTA 6 DIA 3

Estrada super boa nesse lado da ilha também.
Estrada super boa nesse lado da ilha também.

Lixouri é a segunda maior vila de Kefalonia, com cerca de 3 mil habitantes. Não sei se vocês prestaram atenção na rota acima, mas Lixouri fica em frente à capital Argostoli, dá para vê-la de lá e várias embarcações fazem o trajeto de uma vila á outra.

Kefalonia

O terremoto de 1953 destruiu quase toda cidade, restando apenas algumas mansões mais antigas. Toda a vila tem uma cara mais moderninha, pois foi toda reconstruída. É muito bacaninha, achamos bem parecida com Argostoli, com muito comércio, bares, restaurantes e hotéis. Há vários restaurantes à beira-mar, o que torna uma refeição ali bem agradável!

Escolhemos um dos restaurantes na cara do mar e tivemos nosso “almojanta”. Para variar, pedimos fettuccine com camarão, rs, e infelizmente a comida era mais bonita que gostosa (também não bati foto, estava morrendo de fome e quando lembrei estava na metade do prato, sorry!).

Olha Argostoli lá atrás, do outro lado!
Olha Argostoli lá atrás, do outro lado! Obs.: Abstraiam a cara de cansaço, hehehe.

A vila é bem agitada em termos de eventos, organizando vários festivais ao longo do ano. É também conhecida por sua tradição e cultura, sediando uma das mais antigas escolas filarmônicas da Grécia.

Após essa breve parada, voltamos para Argostoli e Svoronata. Tudo tranquilo na estrada…

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…e de repente, outro bode/carneiro/whatever passa ligeiro-bala na frente do carro rumo ao suicídio!

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Hahaha, brincadeirinha, ele não estava se suicidando, mas continuo sem saber como esses animais se equilibram em locais íngremes!! Cuidado nas estradas, hein?

Chegamos já à noitinha no hotel, cansados e felizes por mais um dia maravilhoso! No próximo post (aqui) o roteiro do nosso último dia na ilha, ainda tem muita coisa linda para mostrar! Beijos!

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Autor: Livia | Viagens & Menus

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