Morro de São Paulo – saiba como é o passeio Volta à Ilha

Que Morro de São Paulo é um lugar lindo você já deve ter ouvido alguém falar. Que tem muitos passeios para se fazer, talvez não! Já fizemos o relato de alguns passeios aqui, aqui e aqui, e agora vamos falar do nosso predileto: Volta à Ilha!

Esse passeio é o nosso queridinho porque, além você fazer muita coisa em um dia só, você conhece um pouco de uma ilha vizinha à Ilha de Tinharé, que para nós é como o paraíso na Terra: a Ilha de Boipeba!

Se você nunca ouviu falar sobre essa ilha, espere um tantinho que vamos fazer um post completo sobre ela. Mas posso adiantar que é uma ilha pouco conhecida e, quem sabe até por isso mesmo, ainda pouco explorada e com um turismo bem baixo se comparado ao da ilha vizinha. Uma vez li uma descrição sobre Boipeba que achei o máximo e dá realmente uma ideia de como ela é: a prima virgem de Morro de São Paulo que ainda não foi ao Rio de Janeiro. Gente, é bem isso mesmo!!

O passeio começou por volta das 9h30, quando uma pessoa da equipe da agência com a qual fechamos esse tour passou em nosso hotel para nos levar até o ponto de encontro. Às 10h pegamos uma lancha na Terceira Praia, na realidade, com várias cadeirinhas e colete salva-vidas para todos.

⇒ Dica 1: Antes de fechar o passeio com alguma agência, pergunte se o
barco possui coletes salva-vidas para todos os passageiros. Quase todos
os passeios entram em alto mar, então esse item é muito importante!

Prepare-se para entrar na água antes de começar o passeio! Para chegar até o barco tem que caminhar um pouco e a água pode bater no joelho.

A partir daí começou a emoção! Aquele mar liindo, vento salgado na cara e um capitão pra lá de ousado (e competente, claro)!

Destaque para a cara de tenso do amado…

Até a primeira parada, são mais ou menos 40min de pura adrenalina. A gente adora passeio de barco, principalmente em alta velocidade, então foi um barato!!

…relaxa, amor!!

Havia mais lanchas saindo no mesmo horário, então o mar estava uma festa só!

Essa era menor e “ao ar livre”. Gostei mais do nosso!

No roteiro oficial há duas paradas em piscinas naturais, nas de Garapuá e nas de Moreré. Paramos primeiro na de Garapuá, mas estava cheia de gente e o capitão explicou que quanto mais tempo ficássemos em uma, menos tempo teríamos na outra, e que a de Moreré, além de maior, era mais bonita. Todos então, em comum acordo, decidiram não ficar na de Garapuá e partir logo para a de Moreré.

» Para conhecer as piscinas de Garapuá leia o post sobre esse passeio clicando aqui!

De longe já dava para ver que tinha bastante gente.

De fato, as piscinas naturais de Moreré são mais bonitas, a água é mais clarinha e há uma maior variedade de peixes. O lugar também é maior, tendo mais possibilidades de parar o barco em lugares isolados e fugir da multidão. Um tempinho depois, cerca de 30min, chegamos nas piscinas de Moreré. Sim, são lindas! Mas, para ninguém se frustrar, há alguns pontos:

1.  A cor da água vai depender do vento e do sol. Quanto mais remexida, menos transparente; quanto menos sol, menos azul;

2. O local em que o capitão “estaciona” faz toda a diferença. Fomos para essas piscinas duas vezes, a primeira fazendo esse passeio e a segunda quando fomos para ficar de vez em Boipeba e nos hospedar lá. Na primeira vez o capitão parou em um ponto longe da multidão, só tinha o nosso barco até outro chegar, então foi um local maravilhoso para fazer snorkel e tomar banho. Em compensação, o dia estava meio nublado nessa hora, então a cor da água e a sua transparência estavam assim:

Já na segunda vez, o sol estava tinindo, a água estava bem azulzinha (não tão transparente por conta que era época dos ventos), mas, em compensação, o capitão da vez parou logo no meio do furdunço, bem no miolo da bagaceira. Ou seja, as condições climáticas favoráveis adiantaram quase nada! 😂

Ainda bem que lá realmente tem muito peixe, e creio eu que já são tão acostumados com “gente” que não se espantam facilmente. Ao contrário, como muita gente leva pão ou ração para atraí-los, eles se aproximam sem você não ter nada! Conseguimos alguns cliques e até um beijinho para a câmera!

#beijonãomeliga

Confesso que ainda quero voltar outra vez, para quem sabe conseguir pegar um dia assim:

Foto: Google.

⇒ Dica 2: Entre dezembro e março é a melhor época para ir para Morro de
São Paulo, pois é verão e a probabilidade de chuva diminui, além dos ventos
serem mais brandos. Nesse período, a água é mais clarinha e mais transparente!

Após uns 40min no local, continuamos o passeio e seguimos para a próxima parada, a Ilha de Boipeba.

Boipeba, linda já de longe!

Chegamos em Boipeba pela Praia das Pedrinhas. Descemos do barco e fomos encaminhados para a maior atração gastronômica da ilha, o Restaurante do Guido, que fica na praia ao lado.

O Guido é um pescador e cozinheiro da ilha que ficou muito famoso por conta da sua lagosta na manteiga. Até hoje o carro chefe da casa, é feita no forno à lenha e conquista todo mundo que experimenta. Nós provamos e realmente é muuuito gostosa!

Se você não come lagosta, putz que pena não se preocupe, no cardápio há outras opções, inclusive a própria lagosta feita de formas diferentes. Nós ficamos tão curiosos com essa tal lagosta na manteiga que não arriscamos outro prato (ainda bem!!), mas abaixo segue o cardápio para você ver as opções (preços de set/16):

Clique na imagem para ampliar.

O Restaurante do Guido fica na Praia da Cueira, coladinha na Praia das Pedrinhas (uma praia bem pequena que separa Cueira e Tassimirim), e foi eleita pelo Guia 4 Rodas como uma das mais bonitas do Brasil. Sua imensa faixa de areia com coqueiros e aquele mar verdinho da Bahia explicam o porquê!

Antes de pedir a comida ou depois, você pode dar uma voltinha por essa praia e até dar um mergulho (cuidado que o mar é bravo na maré alta). Após o almoço, tínhamos duas opções: continuar nessa praia relaxando um pouco e depois pegar o barco para seguir para o próximo ponto ou fazer uma trilha por dentro da mata com um guia local. É lóooogico que escolhemos a trilha, né?

Essa trilha é leve, na realidade uma caminhada. O guia vai explicando a história de Boipeba, falando curiosidades e contando um pouco mais sobre o estilo de vida de quem vive lá. O caminho é bem bonito, passa por umas paisagens diferentes, o único companheiro não muito amigável é o sol.

⇒ Dica 3: Não esqueça, jamais, o protetor solar. Leve também um boné e
uma blusa de manga comprida (de preferência com proteção UVA/UVB),
porque o sol da Bahia não é quente não, é mais! Para essa caminhada
não é necessário usar tênis, o calçado que você tiver levado para o
passeio (contanto que não seja salto alto, né, favor), está ótimo.

Devo avisar que a trilha é leve, tranquila, mas é meio longa. São cerca de 40min de caminhada, e quando estamos no meio da mata sentimos ainda mais o bafo do calor, então é importante beber bastante líquido. No meio do caminho há um quiosque vendendo água e suco de mangaba, fruta típica da região. Não sei dizer do que tem gosto, não parece com nada que conheço, parece com mangaba! Haha 😅

Disfarça o “minerau”!

*Nota mental: interessante que “cupuaçu”, teoricamente mais difícil, ele acertou. Vai entender!

Além de muito verde, passamos também pela vila da Velha Boipeba, também conhecida como vila de Boca da Barra. Ali parece que o tempo parou e a vida não passa… Tanta paz!

Bem no começo, um local, digamos, intrigante: o Museu do Osso, do Mr. Cabeludo.

O Mr. Cabeludo é um senhor já de idade, que era pescador e começou a colecionar esqueletos ou pedaços de ossos que encontrava. Aos poucos criou um grande acervo, comprou algumas coisas e ganhou outras. Hoje tem nesse espaço carcaças de vários animais, na maioria marinhos, mas também insetos e outros. Até crânio de baleia tem lá!

Ele não cobra nada pela visita, mas é de bom grado deixar alguma coisa, já que essa hoje é, basicamente, a fonte de renda dele. E, vamos combinar, deve ter dado um trabalhinho juntar tudo isso!

Não entendi muito bem a parte dos troféus ali junto dos ossos, mas tudo bem. 😛

Continuamos nosso caminho pela vila, descobrindo cada vez mais sobre o povo de Boipeba. É bonito saber que é um povo que respeita muito a natureza, que não deseja uma massificação do turismo, como na ilha vizinha, e que quer preservar a ilha do jeito que ela é hoje: pé na areia, com poucos estabelecimentos, muito verde e muita vida. A maior atividade de lá é a pesca e, segundo os moradores, a ilha vai permanecer assim.

A pracinha da vila possui vários restaurantes nos arredores, mas só fica mais animada nos fins de semana, com aquela típica feirinha de artesanato e quiosques de comida. Os moradores se encontram para conversar, assistir a um jogo e confraternizar. Aquele clima gostoso de cidade de interior que é difícil ver atualmente!

Seguimos a caminhada, dessa vez subindo uma pequena ladeira para um dos pontos mais altos da ilha, onde fica a Igreja do Divino Espírito Santo, uma igreja construída por jesuítas por volta de 1610, monumento histórico mais importante de Boipeba. Ela foi ampliada no século XIX e recentemente restaurada.

Da construção original ficou a planta em cruz latina, comum em igrejas de jesuítas do século XVII, a fachada e a sacristia esquerda. Com a sua recuperação foram incluídas também uma outra sacristia e uma sineira com acesso pelo exterior.

A vista lá de cima é bem bonita!

Continuando o passeio, descemos por uma escadaria e caminhamos mais um pouco até chegar ao Shopping de Boca da Barra. Bem, ou pelo menos o seu protótipo.

Esse shopping foi idealizado para ser mais uma opção de lazer e geração de renda em Boipeba, com lojas, restaurantes e uma grande área de convivência. Ainda não está funcionando a pleno vapor, poucos são os estabelecimentos que estão por lá, sendo principalmente restaurantes. Apesar de Boipeba não ser um lugar onde eu procuraria um shopping, hehehe, o espaço é bem promissor, super agradável!

Saindo do shopping chegamos à Praia da Boca da Barra, ponto de encontro com o barco para seguirmos o passeio. Em Boca da Barra há o encontro do Rio do Inferno com o mar, e a partir desse momento nós seguimos pelo rio até a próxima parada.

◊ Obs. 1: Essa caminhada é feita com um guia local e o valor não está incluso no pacote do passeio. O valor é negociado diretamente com o guia, geralmente é baixo, coisa de R$ 10 reais por pessoa, dependendo do tamanho do grupo.

Rio do Inferno.

◊ Obs. 2: No post sobre Boipeba vou contar a história do nome desse rio. Fiquem atentos aos posts, se inscrevam em nosso site para receber as novidades!!

A próxima parada foi na comunidade de Canavieira, onde há um criatório natural de ostras.

O barco para em um dos restaurantes flutuantes e você pode saborear a iguaria mais afamada do lugar, ostra gratinada.

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Após uma breve parada de 20/30min, seguimos para o último ponto do dia, Cairu, o único município-arquipélago do Brasil, sede administrativa do arquipélago de Tinharé, que envolve a Ilha de Tinharé, a Ilha de Boipeba e mais 34 ilhas.

Cairu é uma cidade histórica, bem organizada e também cheia de belezas naturais. Apesar de não ser tão badalada e procurada como a vila de Morro de São Paulo, pode se vangloriar de seus bons pontos de mergulho, de seus manguezais que cercam toda a cidade e de seu patrimônio histórico bem conservado.

Aliás, #ficaadica para quem for por lá: os pratos com siri e carangueijo são bem comuns, e as moquecas desses crustáceos são bem famosas! Infelizmente não chegamos a provar, mas com tanto mangue assim, a fartura é grande e deve ser bem gostoso mesmo!

Não tivemos muito tempo para explorar a cidade, então fomos seguindo o fluxo. Saindo da pracinha, que é por onde chegamos, há uma rua bem larga, que parece ser a principal da cidade. No final dessa rua você chega em outra pracinha, onde fica o Convento e Igreja de Santo Antônio.

Creio que em termos de história e cultura esse seja o ponto mais importante da cidade, pois esse convento data dos primórdios da colonização do país, no século XVII. Sua construção teve início em 1654 e demorou um século para ser concluída. A sua fachada, majestosa, é considerada a primeira manifestação da arquitetura barroca no país e uma importante expressão da arquitetura franciscana, bem restrita na época.

No século XIX o interior da igreja foi quase completamente reformado, perdendo grande parte do luxo de sua arquitetura, mas alguns elementos ficaram preservados e conseguimos ter ideia da riqueza da construção original. Já o convento em si é mais simples, e seu interior foi quase totalmente preservado como o original.

Por sua importância cultural e histórica, em 1941 essa construção foi tombada pelo IPHAN  e virou patrimônio histórico nacional. Para visitar o local há uma taxa simbólica de R$ 5 reais, que é para ajudar na restauração, que ainda está em processo.

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◊ Obs. 3: Para entrar no convento é necessário estar vestido adequadamente, não sendo permitido entrar com trajes de banho. Mulheres, levem vestido/saia e blusa, homens, vistam suas camisas e bermudas.

Caminhar pelas ruas de Cairu é como voltar no tempo e paralisar. As casas coloridas com portas diferentes e ornamentadas, algumas com grades, outras sem, aquele climinha de cidade que não tem pressa, só prosa. Queria eu ter mais tempo para realmente prosear por ali! E comer uma moquequinha de siri, obviamente. 😁

Voltamos para o mesmo ponto de chegada para pegar nosso barco e já seguir para Morro de São Paulo. Para variar, apesar de estarmos dentro do tempo estimado, só faltava a gente! 😅  #paciênciacomablogueira #éfotodemais 

Dali o barco seguiu pelo Rio do Inferno, contornando a Ilha de Tinharé até voltar para o mar e chegar ao porto de Morro de São Paulo. E chegou ao fim um passeio longo, mas maravilhoso e cheio de paisagens lindas, cultura, história e comida gostosa!

Como a gente sabe que foto é bom, mas vídeo é ainda melhor, fizemos um vídeo desse passeio para você sentir um pouco mais a maravilha que é!

Aproveito para te convidar a se inscrever em nosso canal, clicando aqui, é super rápido, sempre que sair um vídeo novo você vai ser um dos primeiros a saber e é uma graaande ajuda para nós! 🙂 💜

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Fechamos esse passeio com a agência Zulu Turismo, que também organizou nosso traslado para Morro de SP e todas as nossas outras atividades. Indicamos bastante, eles dão total apoio durante a viagem. Adoramos!!

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Quem quiser cotar passeios e conhecer mais a agência, que atua em Morro de SP (clique aqui para o site de Morro e aqui para fanpage) e em Salvador (clique aqui para o site de Salvador e aqui para fanpage), pode enviar e-mail para reservas@zuluturismo.com.br ou zuluturismo@hotmail.com. O site da agência é super completo e tem muitas dicas!!

Cairu.

Depois de todo esse relato, deu para entender porquê esse passeio é o nosso favorito?! 😍
Nós gostamos de todos os passeios que fizemos em Morro, inclusive a minha xará do blog O Mundo e Minhas Voltas fez um post mara com uma sugestão de roteiro de 4 dias por lá, mas se você tiver que escolher apenas um passeio, escolha esse! Boipeba é uma ilha espetacular e todos deveriam conhecer melhor – ou não né, deixa ela sendo nosso segredinho!! 😉

Beijos!! 😘 😘

Outras informações:
Valor: De R$ 100 a R$ 130 por pessoa, dependendo da época
Duração: Aproximadamente 8h
Horário de saída: Por volta das 9h30
Local: A combinar com a agência
O que não está incluso: Almoço, passeio com guia local e entrada no Convento.

*O Viagens & Menus obteve cortesia da agência Zulu Turismo. No entanto, prezamos pela sinceridade e honestidade com nossos leitores, não sendo nossa opinião influenciada e havendo total controle editorial sobre todo o conteúdo publicado no blog.

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Autor: Livia | Viagens & Menus

www.viagensemenus.com - aqui compartilhamos muitas dicas e relatamos nossas experiências ao redor do mundo. Um espaço para quem gosta de conhecer novos lugares e comer bem. Enjoy! :)

23 pensamentos

  1. Fotos lindas, lugar paradisíaco e dicas excelentes.
    Estava em nosso roteiro de lua-de-mel e até hoje não me lembro a razão pela qual trocamos por Itacaré, também na Bahia. Acho que na ocasião faltou ler algo tão bom como esse post!
    Eu adoreiii o colar vermelho!
    Abraços.

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  2. Que post bacana! Ainda não conheço Morro de São Paulo, mas me parece um excelente destino. Gostei bastante do passeio, só assim para conhecer tudo mesmo. E a Ilha de Boipeba realmente é um paraíso, as fotos ficaram incríveis.

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  3. Eu fiz esse passeio em Morro de São Paulo e adorei, quero voltar pra conhecer Boipeba direito porque não deu tempo… Ficou irado o post, parabéns!! Fiquei com vontade de voltar hahaha!

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  4. Morro de São Paulo está na minha listinha de desejos há algum tempo e sempre que vejo fotos ou leio algum post, fico pensando em programar a minha viagem para lá!
    Claro que com esse post não foi diferente, as fotos são lindas, as dicas foram ótimas, principalmente da melhor época para ir nas piscinas naturais.
    Já tinha ouvido falar da Ilha de Boipeba, mas não tinha procurado saber mais sobre ela e fiquei encantada! Adorei o post!

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  5. Que lugar lindo! Apesar de não conhecer Morro de São Paulo ainda, sempre que vejo fotos fico com vontade de conferir de perto esse paraíso. Eu adorei suas dicas! O passeio realmente me encantou. Parabéns pelo post! 😉

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  6. Oiii, AMO e morro de saudades desse paraíso!
    Esse passeio realmente é sensacional, é daqueles MUST DO!
    A Ilha de Boipeba é um paraíso a parte. Ler esse post me deu uma deliciosa nostalgia.
    beijao

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  7. Vi algumas fotos essa semana no Instagram e adorei ! Parece que o morro de Sao Paulo é feito para mim: praias lindas, paz e muito sol. Espero conseguir ir este ano quando formos no Brasil

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  8. Não me conformo de ter morado 5 anos na Bahia e não ter conhecido este lugar fantástico.
    Por isso mesmo ele esta no topo da minha lista de próximos destinos nacionais…
    Seu post será ainda bem útil pra mim…rs

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  9. Nossa tem muito anos que fui pra Morro….. muitos anos mesmo! Mas sempre bom relembrar o paraíso que é esse lugar… nostálgico ! Obrigada!

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  10. Nossa é difícil achar um post com tantas informações assim, já vi vários mas nenhum desse jeito, show a Praia da Cueira, esses coqueiro assim me lembram a Praia do Gunga em maceió, é fantástico, adorei o post parabéns

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  11. Confesso que seus posts sobre Morro de São Paulo só fizeram aumentar a minha vontade de conhecer esse lugar! Outro lugar que roubou meu coração foi Boipeba… lindo!!!

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  12. Livia! Que post mais completoooo! Amei!
    Ontem mesmo falávamos de Cairu, essa cidadezinha que parece ser super simpática!
    Estarei em Salvador daqui a 15 dias. Vou imprimir seu post e pedir para o maridão (que é baiano) me levar para conhecer Morro de São Paulo.
    Mais que justo! Né?
    Adorei!
    Parabéns pelas lindas fotos, como sempre!
    Bjão

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  13. quanta coisa pra um dia de passeio só! eu sou LOUCA para conhecer Boipeba, só fiquei com mais vontade, vontade de ir, vontade de comer todas essas opções de comida (a gordinha aqui), vontade de fazer todos esses passeios!!! amei o post!

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  14. Que lugar mais lindo, já estou apaixonado!!! Super dica essa ilha de boipeba, post completinho com fotos lindas.

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  15. Só lugares lindos!
    Ainda não conheço Morro de São Paulo, mas é um lugar que muito me apetece. Esse passeio é bem completinho mesmo, né? Em oito horas dá para ver muita coisa.

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